O porquê do termo madeiras nobres ou madeira de lei?

Dá-se ao tempo de quando a colônia portuguesa determinou que certas espécies de árvores pudessem ser extraídas apenas por eles, visando a preservação das florestas com o intuito de eles utilizarem para a construção de navios e embarcações menores.

O termo madeiras nobres ou madeiras de lei está relacionada nos dias atuais, com árvores que apresentam características particulares quando comparadas as outras, valor de mercado já estruturado e a lista de algumas espécies que são protegidas por lei.

As diferenças entre as madeiras consideradas nobres e as comuns estão ligadas nitidamente as cores e também a dureza, densidade, no qual influência a durabilidade e o preço de mercado da madeira.

As madeiras comuns são mais propensas ao ataque de fungos e bactérias, são menos densas, sua resistência é menor quando comparadas a madeiras nobres. Geralmente seu ciclo de produção é mais curto como, por exemplo, o ciclo do Eucalipto.

As espécies que se enquadram na classificação de madeiras nobres apresentam  aspecto estético harmônico e são destinadas as indústrias moveleiras, construção de casas, designer de interiores, instrumentos musicais, utilidades de cozinha de luxo e entre outros.

Madeiras nobres: IPÊ, MOGNO BRASILEIRO, MOGNO AFRICANO, CEDRO, CEDRO AUSTRALIANO, ANGICO, ANGELIM, IMBUIA, PAU BRASIL, PEROBA ROSA e dentre outras espécies.

Madeiras comuns: EUCALIPTO e PINUS as mais conhecidas.

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